A permissa: Uma antiga actriz de meia-idade chamada Ching quer reconquistar a beleza perdida com o tempo. O seu marido rico anda a traí-la com uma mulher mais jovem e a sua auto-estima é cada vez menor, portanto, custe o que custar, Ching quer rejuvenescer.
Para isso, a tia Mei, uma velhota de sessenta e tal anos, mas qie aparenta apenas trinta e poucos, tem a solução: uma preciosa iguaria capaz de restaurar a jovialidade perdida a quem a come. Só que é preciso ter estômago para a comer.
O veredícto: Já na sua versão curta, o filme de Fruit Chan era o melhor dos segmentos de 3...Extremos. Agora na sua versão extensa, Preciosa Iguaria transforma-se numa obra brilhante. A história agora é mais rica e as personagens mais desenvolvidas, elevando assim o impacto do final. É ainda artística e tecnicamente irrepreensível. Um filme sem igual, mas reservado para estômagos fortes.